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Projetos sociais em Lisboa ligados à alimentação

a group of people smiling for the camera

 

“O primeiro componente essencial da justiça social é a alimentação adequada para toda a humanidade. A comida é o direito moral de todos os que nascem neste mundo.” – Norman Borlaug, biólogo e humanitário.

Admiramos e apoiamos projetos que aliam o mundo da alimentação a uma forte componente social. Acreditamos firmemente que pouco mais haverá no mundo que una mais as pessoas do que o ato de comer. É algo que todos partilhamos, não importa qual seja a nossa origem: não apenas precisamos de comer para sobreviver, as refeições são inerentemente uma atividade social e o que cozinhamos e escolhemos para pôr no prato das nossas famílias e amigos, tem tudo a ver com a nossa cultura e identidade. É exatamente este o tipo de mensagem que tentamos passar durante os nossos passeios gastronómicos e culturais por Lisboa.

Temos acompanhado o trabalho de alguns projetos lisboetas que achamos que estão a fazer um excelente trabalho, promovendo questões sociais e os valores que defendemos, tanto relacionados com a justiça social em si como com o meio ambiente, sempre usando a comida como meio. Temos o orgulho de partilhar alguns deles consigo já a seguir:

 

Cozinha Popular da Mouraria 

a person that is cooking some food

​​A Mouraria é um dos bairros com maior diversidade cultural de Lisboa. O antigo bairro mourisco da cidade (desde os anos 1300) foi, durante séculos, o local privilegiado para os imigrantes se estabelecerem e, hoje em dia, a Mouraria é a casa de pessoas de pelo menos cinquenta nacionalidades diferentes. A Cozinha Popular da Mouraria apresenta-se precisamente como a cozinha do bairro para todas as pessoas, com toda a lindíssima diversidade que isso implica.

Trata-se de uma associação sem fins lucrativos que atua na promoção da multiculturalidade por meio de uma série de iniciativas que envolvem os moradores do bairro, visitantes de outras localidades da cidade e, muitas vezes, até turistas. Esta cozinha popular é um ponto de encontro para as pessoas virem partilhar, aprenderem umas com as outras e, no final de contas, alargarem os seus horizontes aproximando-se de outras culturas com as quais poderiam estar um pouco menos familiarizados. Tudo isso, claro, cozinhando e comendo juntos. Quem quiser envolver-se mais activamente na Cozinha Popular da Mouraria pode vir a ter a oportunidade de organizar uma noite temática do seu país que por vezes vai além do que está na ementa e pode incluir outras actividades culturais como música ou outros tipos de espectáculos.

Nas próprias palavras da equipa, a Cozinha Popular da Mouraria é “um espaço para trocar ideias e culturas, cozinhar, partilhar e muito mais”. De fato, parece que os voluntários desta organização sem fins lucrativos são incansáveis, pois estão sempre a organizar eventos temáticos e a lançar novas iniciativas. Por exemplo, têm um projeto mais recente em andamento, chamado Projeto Receitas. O Projeto Receitas envolve a comunidade do sul da Ásia residente em Lisboa, através de um conjunto de eventos em que partilham as suas próprias receitas, com enfoque em refeições saudáveis ​​e culturalmente sensíveis. Outro dos programas da Cozinha Popular da Mouraria é o Projeto Substância, que apoia o crescimento de ideias de negócio na área da produção alimentar.

Mesmo que esteja apenas de passagem por Lisboa, pode querer espreitar a Cozinha da Popular da Mouraria. Espreite o programa de eventos nas redes sociais e poderá dar por si a desfrutar de uma das refeições tailandesas mais autênticas que nunca sonhou vir a fazer em Portugal!

🍴Rua das Olarias 5, 1100-012 Lisboa

www.instagram.com/cozinhapopulardamouraria

 

Crescer

a group of people sitting at a table

A Crescer é também uma organização sem fins lucrativos, desta vez a trabalhar no domínio da intervenção comunitária junto das camadas mais vulneráveis ​​da população. Isso traduz-se em várias iniciativas, relacionadas com a alimentação e não só.

Destacaremos aqui as iniciativas da Crescer relacionadas com o mundo da cozinha, ou seja, os restaurantes que administram, nos quais treinam e empregam as pessoas vulneráveis ​​que pretendem apoiar. A sua iniciativa mais mediática é, de longe, o É Um Restaurante. O É Um Restaurante é um projeto-piloto de reinserção social de pessoas em situação de sem-abrigo. Este projeto tem o apoio do chef consultor Nuno Bergonse, conhecido por ter passado por outros restaurantes portugueses de referência. Este restaurante de fine-dining descontraído tem, literalmente, mudado a vida das pessoas. E mesmo que as refeições que pode desfrutar lá possam não mudar a sua vida em si, não deixam de ser realmente memoráveis! Além disso, ao fazer uma refeição no É Um Restaurante, sabe que estará a apoiar diretamente as setenta e cinco pessoas que fazem parte deste programa todos os anos. Depois de trabalhar aqui por um ano e reunir a experiência necessária para prosperar por conta própria, os funcionários do restaurante são orientados e encaminhados a procurar outros empregos, para que o projeto continue a acolher e a dar uma oportunidade a pessoas mais vulneráveis.

Além do É Um Restaurante, a Crescer também abriu outros estabelecimentos. Por um lado, abriram o É Um Mesa, um híbrido entre restaurante e bar, vocacionado sobretudo para as pizzas. E, por outro, abriram também um espaço ao ar livre chamado É Uma Esplanada, onde pode descontrair enquanto saboreia cocktails, vinhos e petiscos.

Não deixe de visitar um dos restaurantes da Crescer enquanto estiver em Lisboa porque têm muito boa comida, serviço de primeira categoria e, claro, o trabalho que estão a fazer é louvável e precisa ser apoiado por todos.

ℹ️ https://crescer.org

🍴É Um Restaurante

📍Rua São José 56, 1150-321 Lisboa

www.eumrestaurante.pt

🍴É Uma Mesa

📍Rua Rio Cávado 3, 1600-740 Lisboa

https://eumamesa.pt

🍴É Uma Esplanada

📍Largo Trindade Coelho, Museu de São Roque 1200-470 Lisboa

www.instagram.com/eumaesplanada

 

Associação Pão a Pão

a man and woman preparing food in a kitchen

​​A ONG Pão a Pão surgiu durante a crise dos refugiados sírios, quando começaram a chegar a Portugal pessoas que fugiam da guerra na Síria. Numa conversa com uma dessas refugiadas, perguntaram-lhe do que sentia mais saudades de casa e, ao responder “Pão!”, plantou-se a semente da Pão a Pão enquanto organização.

Em poucas palavras, trabalham com o objetivo de promover a integração de refugiados e imigrantes por meio de treinamento e empregabilidade. Nas palavras da própria equipa, “valorizamos o conhecimento, a experiência e a cultura das pessoas e são estes os elementos que utilizamos para facilitar a inclusão e criar comunidades mais diversificadas e vibrantes”.

Tal como nós, a equipa que fundou a Pão a Pão também acredita que muitas das melhores ideias são partilhadas à mesa. Durante as refeições as pessoas reúnem-se, trocam experiências, fazem brainstorming e, também, alimentam laços sociais fortes.

Utilizando a alimentação como meio de inclusão, o primeiro projeto público concretizado pela Pão a Pão foi o Mezze, um restaurante com foco na culinária do Oriente Médio. Por meio de comidas deliciosas preparadas por refugiados, o Mezze ajuda a quebrar velhos preconceitos. O Mezze emprega pessoas de diferentes nacionalidades, e todas as suas histórias e fotos podem ser vistas no site, para dar voz a cada indivíduo. Por ser um local de intercâmbio cultural, o Mezze não serve apenas comida. Também organiza oficinas de culinária e até debates.

A verdade é que, aspectos sociais à parte, Lisboa carecia de um autêntico restaurante de cozinha do Médio Oriente antes da chegada do Mezze, por isso foi uma adição muito bem-vinda ao panorama gastronómico da nossa cidade. Nos últimos anos, podemos ter ficado mais ricos no que toca à escolha, mas o Mezze continua a preparar incríveis conjuntos de mezze, que são como o equivalente dos petiscos no Oriente Médio. Mezzes centrados em carne, vegetarianos ou mesmo veganos podem ser encomendados e apreciados, sabendo que não só se estará a deliciar com comida genuína, preparada pelas mãos experientes de quem bem sabe, como também está a apoiar os projectos actuais e futuros da Pão a Pão que, para já, inclui o própria Mezze e a Mezze Escola para a formação hoteleira de novos profissionais, mas que no passado também incluiu o Mão-Cheia. O Mão-Cheia foi descontinuado depois da Covid mas era um projeto muito interessante que mostra as ideias brilhantes que a Pão a Pão continua a tirar do forno. Consistia num restaurante onde apenas cozinheiros não profissionais com mais de 60 anos eram convidados a preparar uma refeição, seguindo uma receita tradicional do seu país de origem. O Mão-Cheia contou com cozinheiros de, entre outros países, Portugal, Guiné-Bissau, Moçambique e Marrocos… esperamos que voltem um dia, pois era um projeto lindo!

ℹ️ www.paoapao.pt

🍴Mezze

📍Rua Ângela Pinto 40D 22/23, 1900-069 Lisboa

www.mezze.pt

 

Kitchen Dates 

a man standing in a kitchen

O Kitchen Dates foi o primeiro restaurante em Portugal sem caixote do lixo. O movimento da cozinha sem desperdício foi brilhantemente implementado por um casal que, depois de alguns anos a organizar jantares em casa própria, decidiu finalmente abrir um espaço comercial. Não só era uma restaurante desperdício zero, como também se comprometeram a usar apenas produtos locais – nem sequer de todo o território português, mas apenas de locais próximos. Curiosamente, isso não parecia limitar as suas receitas, pois eles tinham um menu que mudava diariamente com deliciosos pratos salgados e doces, além de pão caseiro de fermentação natural e “queijos” vegetais.

Infelizmente, o restaurante Kitchen Dates não sobreviveu à pandemia da Covid19, mas o projeto continua a prosperar de outras formas.

Hoje, o Kitchen Dates é um projeto de literacia alimentar multidimensional, que ajuda a divulgar informação junto do público em geral, bem como a apoiar organizações a reduzir a sua pegada de carbono. Enviam uma newsletter realmente bem pesquisada com foco em diversos temas, e também lançaram recentemente um novo podcast chamado Próprio para Consumo, sobre alimentação e crise ambiental.

A dupla do Kitchen Dates mantém-se ocupada pesquisando e partilhando informações com o seu público habitual, por meio de assinatura gratuita da sua newsletter, assim como nas redes sociais, além de fazerem aparições públicas em palestras e debates sobre a conexão entre a indústria da alimentação e o meio ambiente. De vez em quando, também cozinham em eventos pop-up, onde dão a conhecer as boas práticas de desperdício zero que visam aproveitar ao máximo cada ingrediente, mas também minimizam a utilização de outros recursos descartáveis ​​que podemos dar como garantidos quando estamos na cozinha, mas que os Kitchen Dates nos mostram que poderíamos facilmente passar sem eles.

ℹ️ https://kitchendates.pt

 

Joy Food Experiences

a man riding on the back of a woman

Alice Artur e Joana Trindade Bento reúnem-se como Joy Food Experiences. Estas investigadoras e amantes da gastronomia organizam múltiplas experiências em que juntam os mundos da comida e da arte. Desenvolvem programas gastronómicos específicos dependendo do local, e que visam o empoderamento e a integração por meio da literacia alimentar.

Mas, em que é que se traduz tudo isto? Na realidade, em muito. A Joy Food Experiences faz muito, e seus eventos são bastante variados. Poderíamos dizer, no entanto, que são especialistas em criar jantares performativos, misturando comida e arte, mas sempre de uma forma que fala claramente sobre um determinado tema, muitas vezes com carga social. Exemplos recentes disso são o “Jantar Imaginário” que criaram para provocar conversas sobre o futuro da alimentação, ou “Comida e Liberdade”, sobre a alimentação e a democracia, alusivo às comemorações do 25 de Abril, o dia da revolução portuguesa.

A Joy nasceu há cerca de meia década como uma empresa de catering. Já forneceram alimentação para eventos, assim como desenvolveram menus para restaurantes e cafés como chefs consultoras. Mas, nos últimos anos, temos o prazer de ver que o trabalho da Alice e da Joana tem seguido um caminho mais próprio e esperamos que continuem a desenvolver ideias e eventos sempre únicos!

ℹ️ www.instagram.com/joy.foodexperiences

 

Food From the Block

a group of people sitting at a table

Food From the Block é uma iniciativa da LOCALS, uma organização sem fins lucrativos que visa promover ações de desenvolvimento local a partir de projetos participativos. Na LOCALS reconhecem que o ato de não apenas comer, mas também de cozinhar juntos, tem um tremendo potencial para aproximar as pessoas e formar laços profundos, por isso organizam eventos culinários para o envolvimento da comunidade.

Atuam em bairros específicos de Lisboa, onde convidam a comunidade local a organizar eventos culinários, onde os habitantes locais do bairro podem participar, assim como todos os habitantes da cidade são convidados não só para virem provar a comida, mas sobretudo para partilhar experiências e criar memórias. Nas próprias palavras da equipa do Food From the Block, “mais do que um projeto de literacia alimentar, esta é uma jornada pelos vários sistemas alimentares locais e como, a partir daqui, comunidades mais resilientes e saudáveis ​​podem ser criadas”.

A Food From the Block organiza todo o tipo de projetos relacionados com a alimentação, sempre com uma forte motivação social. Alguns dos eventos mais atraentes que já realizaram incluem workshops para lutar contra o desperdício de alimentos, programas de conscientização sobre alimentação saudável, palestras sobre sistemas alimentares e sustentabilidade local e global, e muito mais.

Espreite o Instagram deles abaixo e pode ser que coincida organizarem um dos seus eventos públicos quando estiver na nossa cidade!

ℹ️ www.instagram.com/food.fromtheblock

 

Cozinha Com Alma

a person standing next to a window

Não exatamente em Lisboa, mas na vizinha Cascais, a Cozinha Com Alma tem como missão apoiar e capacitar famílias que passam por dificuldades financeiras temporárias. Fazem-no dando-lhes acesso a refeições de qualidade a um preço simbólico.

A Cozinha Com Alma é essencialmente uma loja de venda de refeições prontas para take-away. Os lucros que obtêm vão para cobrir os custos operacionais, bem como para financiar as refeições das famílias carenciadas que pretendem apoiar, não apenas através do acesso a uma alimentação digna, mas através de planos de acompanhamento mais complexos que visam ajudar estas famílias para além do acesso aos alimentos. Este negócio social sustentável tem um modelo genial que tem conseguido sustentar muitas famílias que sofrem com o que chamam de “pobreza vergonhosa”. Em muitos casos, os adultos dessas famílias até trabalham, mas, na atual conjuntura económica, nem sempre isso significa que eles possam de facto fornecer boa alimentação (e outras necessidades básicas) aos seus dependentes. E é aqui que entra a Cozinha Com Alma, ao cobrir pelo menos uma das necessidades mais básicas: o acesso a uma alimentação adequada e nutritiva.

Para quem quiser participar ativamente, a Cozinha Com Alma recebe voluntários para ajudar na logística, nomeadamente na manutenção da loja e para embalar as refeições para take-away.

🍴 Praceta Padre Marçal da Silveira 31, 2750-672 Cascais

www.cozinhacomalma.pt

 

À MESA!

a group of people sitting at a table eating food

À MESA! é uma cantina social itinerante. Não têm endereço certo, mas parecem ter as ideias bastante claras: reconhecem que há uma crise alimentar e querem lutar por um melhor acesso a uma alimentação adequada para todos.

Para eles, boa comida significa aquela que é cultivada localmente e financeiramente acessível, algo que hoje em dia costuma ser difícil devido às dificuldades económicas. À MESA! é um projeto colaborativo, que envolve as comunidades locais por meio de iniciativas de culinária, que normalmente acontecem em espaços públicos, contando ativamente com o apoio de associações, cooperativas, movimentos sociais e até mesmo de produtores locais que fornecem matéria-prima para alguns desses eventos gastronómicos.

Volta e meia organizam edições do Encontro À Mesa!, ou seja, literalmente encontros à mesa, onde as pessoas se juntam não só para cozinhar e comer mas, sobretudo, para conversar e trocar ideias. Comece a descascar batatas e a mexer o guisado dentro da panela enquanto debate ótimas ideias relacionadas com a alimentação, e verá como isso ajuda a quebrar o gelo e fazer um brainstorming bastante produtivo!

ℹ️ www.instagram.com/a_mesa_cantina

 

Nãm Mushroom Farm  

a man holding a sign

Com o slogan “from waste to taste” a Nãm Mushroom Farm é um dos mais brilhantes exemplos de economia circular aplicada à indústria alimentar que existem hoje em dia em Lisboa. A Nãm foi fundada por Natan, um estudante belga que se mudou para Lisboa e que começou uma quinta de cogumelos, literalmente, na cave de um edifício. A particularidade desta plantação era que utilizava borra de café como solo. Natan coletava os resíduos de café de pastelarias e restaurantes, usava-os para produzir cogumelos, e fornecia esses mesmos negócios com os cogumelos produzidos – daí a circularidade.

A Nãm quer usar apenas o que está disponível localmente e, além disso, criar oportunidades e valor, onde de outra forma poderíamos estar apenas a ver desperdício. Na última meia década, o projeto de Natan cresceu enormemente, de uma iniciativa independente para agora fazer parte do Grupo Nabeiro, o grupo de empresas que inclui o gigante português de torrefação e embalagem de cafés, a Delta Cafés.

A Nãm concentra-se no cultivo de cogumelos ostra e, em menor escala, de shiitake – uma adição que só aconteceu mais recentemente. Se está curioso para saber como é o processo de cultivo de cogumelos e para saber mais sobre os princípios da economia circular, recomendamos vivamente uma visita à quinta de cogumelos de Nãm, no bairro da Marvila. Em pouco mais de uma hora, pode ver o local inicial onde a Nãm funcionava comercialmente (entretanto mudaram-se para instalações muito maiores na periferia da cidade), pode aprender a cultivar os seus próprios cogumelos ostra em casa com um kit de micélios que eles lá vendem e, claro, pode provar os cogumelos ostra da Nãm, grelhados à sua frente, enquanto também bebe um café da Delta. No mínimo, poderá comprar cogumelos diretamente ao produtor e, esperamos, desafiar as suas ideias sobre desperdício e o incrível potencial da economia circular quando aplicado adequadamente aos negócios.

🍄 Rua Amorim 9, 1950-022 Lisboa

https://nammushroom.com

 

Weat Hugs by Weat Hubs

a group of people standing around a table

O Weat Hubs apresenta-se como “o primeiro ecossistema gastronómico em Portugal”. Num espaçoso armazém na zona de Alcântara, em Lisboa, o Weat Hubs alberga dark kitchens, bem como espaços amplos e bastante bem equipados para workshops de culinária e outras iniciativas ligadas à cozinha, como eventos de team-building.

A Weat Hugs nasceu durante a pandemia da Covid19. Esta é a forma do Weat Hubs dar de volta à comunidade, através de uma série de iniciativas socialmente responsáveis. O que era para ser um evento de apenas dois dias, cresceu organicamente e agora, de vez em quando, o Weat Hugs usa a alimentação como meio de apoio à comunidade.

Frequentemente convidam empresas a cozinhar no seu espaço, de forma a preparar muitas refeições que são doadas à Refood para serem distribuídas pela comunidade. A Refood, por sua vez, é uma organização cidadã que visa reduzir o desperdício alimentar, recolhendo excedentes alimentares em restaurantes e lojas e distribuindo-os junto de quem mais precisa.

ℹ️ Rua da Cintura do Porto de Lisboa, 1350-353 Lisboa

https://weat.pt/weat-hugs-responsabilidade-social

 

Conhece outros projetos sociais interessantes que usam a comida e a cozinha como forma de conscientização? Por favor partilhe-os connosco via Instagram marcando-nos: @tasteoflisboa #tasteoflisboa  

 

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